
Quem nunca se imaginou assistindo a um Harry Potter como se estivesse dentro da cena? Hoje em dia com o crescente avanço tecnológico isso já não é tão impossível. A rede de cinemas IMAX possui uma avançada tecnologia 3D onde os filmes podem ser assistidos em três dimensões proporcionando uma experiência mágica para todos os espectadores. “Harry Potter e o Enigma do Príncipe” é um desses filmes e possui seus 12 primeiros minutos neste formato.
O site Wired disponibilizou um vídeo que mostra passo a passo de como o sexto filme da série Harry Potter foi adaptado para essa tecnologia. Para conferir, clique aqui.
“A primeira etapa é encobrir objetos na cena para que possamos transforma-los em objetos com três dimensões". "O próximo passo é, recriar a cena em 3D para que nós possamos gerar profundidade a partir da mesma. Nosso sistema gera uma nova imagem, que é produzida a partir da original" , diz o funcionário Eric Robinson.
A grande diferença dessa sala é a tela côncava, com imagem em alta definição, e o melhor, a tela é seis vezes maior do que as telas convencionais. Junte isso tudo e você terá a sensação de que está dentro do filme. O Brasil teve a oportunidade de estrear o longa em duas salas IMAX, uma em São Paulo e outra em Curitiba.
O site Wired disponibilizou um vídeo que mostra passo a passo de como o sexto filme da série Harry Potter foi adaptado para essa tecnologia. Para conferir, clique aqui.
“A primeira etapa é encobrir objetos na cena para que possamos transforma-los em objetos com três dimensões". "O próximo passo é, recriar a cena em 3D para que nós possamos gerar profundidade a partir da mesma. Nosso sistema gera uma nova imagem, que é produzida a partir da original" , diz o funcionário Eric Robinson.
A grande diferença dessa sala é a tela côncava, com imagem em alta definição, e o melhor, a tela é seis vezes maior do que as telas convencionais. Junte isso tudo e você terá a sensação de que está dentro do filme. O Brasil teve a oportunidade de estrear o longa em duas salas IMAX, uma em São Paulo e outra em Curitiba.
Por Daniel Calheiros.
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